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Colheita Maldita 8: Gênesis (2011)

Ficha Técnica

Nome da obra: Colheita Maldita 8: Gênesis (Children of the Corn: Genesis)

Sequência de: Colheita Maldita 7: A Revelação (Children of the Corn: Revelation, 2001) / Baseado no universo do conto de Stephen King

Direção: Joel Soisson

Ano de lançamento: 2011

Duração: 1h 20min (Filme)

Elenco principal: Tim Rock, Kelen Coleman, Billy Drago, Barbara Nedeljáková e Duane Whitaker

Link do IMDB: Children of the Corn: Genesis no IMDb

Onde assistir: Prime Video

Trailer

Sinopse

Tim e sua esposa grávida, Allie, estão viajando pelas estradas desertas da Califórnia quando o carro do casal quebra no meio do nada. Buscando abrigo antes que a noite caia, eles encontram uma propriedade isolada habitada por um pregador enigmático, conhecido apenas como Preacher, e sua misteriosa esposa ucraniana. Embora acolhidos a contragosto para passar a noite, Tim e Allie começam a notar comportamentos perturbadores no local, ouvindo choros e orações vindos de um galpão trancado no quintal. Conforme o casal tenta investigar a origem dos sons, eles percebem que caíram em uma armadilha orquestrada por uma seita worshiping “Aquele que Anda Atrás das Fileiras”, cujo poder está encarnado em uma criança presa que possui habilidades psíquicas aterrorizantes.

Crítica (Sem Spoilers)

Oitavo capítulo da extensa franquia de terror, Colheita Maldita 8: Gênesis adota uma abordagem bastante atípica para a série ao trocar os grandes cultos de adolescentes ao ar livre por uma narrativa de suspense claustrofóbico, focada na paranoia e no confinamento de um pequeno grupo de personagens.

O diretor e roteirista Joel Soisson (veterano de sequências direct-to-video de franquias como A Profecia e Drácula) aposta em um clima de desaceleração e mistério rural que lembra bastante produções de terror psicológico do início dos anos 2010. O grande trunfo do filme é a presença do veterano Billy Drago (Os Intocáveis), que entrega uma atuação grotesca, ameaçadora e repleta de excentricidade no papel do Pregador, elevando a tensão constante da casa.

Apesar do orçamento visivelmente reduzido e do afastamento dos elementos tradicionais da mitologia de Gatlin, a obra se destaca pelo uso eficiente de iluminação soturna, efeitos de som angustiantes e pelo clima de tragédia iminente que cerca o casal protagonista. É um capítulo enxuto, direto e surpreendentemente tenso dentro do universo expandido de Stephen King.