A Maldição de Carrie (1999)
Ficha Técnica
Nome da obra: A Maldição de Carrie (The Rage: Carrie 2)
Sequência de: Carrie, a Estranha (Carrie, 1976) / Baseado no universo do romance de Stephen King
Direção: Katt Shea
Ano de lançamento: 1999
Duração: 1h 44min (Filme)
Elenco principal: Emily Bergl, Jason London, Amy Irving, J. Smith-Cameron, Dylan Bruno e Zachery Ty Bryan
Link do IMDB: The Rage: Carrie 2 no IMDb
Onde assistir: Darkflix
Trailer
Sinopse
Rachel Lang é uma adolescente introvertida e alternativa que luta para se ajustar ao ambiente hostil de seu colégio enquanto lida com a internação de sua mãe biológica em uma instituição psiquiátrica. Sua vida toma um rumo devastador quando sua única amiga comete suicídio após ser manipulada por um grupo de atletas egocêntricos e populares da escola. Ao tentar expor a crueldade dos estudantes, Rachel se torna o próximo alvo de uma armadilha humilhante e orquestrada. O que os valentões não sabem é que Rachel compartilha o mesmo sangue e os mesmos poderes telecinéticos devastadores de sua meia-irmã paterna, Carrie White. Quando a humilhação pública ultrapassa todos os limites durante uma festa de estudantes, a raiva represada da garota desencadeia um novo e sangrento massacre.
Crítica (Sem Spoilers)
Lançado nos cinemas em 1999, no auge da nova onda do terror adolescente impulsionada pelo final da década de 90, A Maldição de Carrie assume a difícil missão de dar continuidade ao clássico atemporal dirigido por Brian De Palma em 1976.
A diretora Katt Shea consegue construir uma identidade própria para o filme ao capturar perfeitamente a estética grunge e a cultura jovem da virada do milênio, abordando temas pesados e urgentes como bullying, cultura do estupro e a crueldade do elitismo escolar. O grande elo de ligação com o longa original é o retorno brilhante de Amy Irving reprisando seu papel como Sue Snell, agora trabalhando como conselheira escolar e servindo como a voz da razão que tenta desesperadamente impedir que a história trágica de Carrie se repita.
Emily Bergl faz uma estreia marcante no cinema, entregando uma atuação vulnerável e carismática que faz o espectador simpatizar genuinamente com sua dor. No clímax, o filme não economiza nos efeitos visuais e práticos, entregando um clímax apoteótico e repleto de carnificina que honra o legado do terror telecinético criado por Stephen King.