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Colheita Maldita: Os Fugitivos (2018)

Ficha Técnica

Nome da obra: Colheita Maldita: Os Fugitivos (Children of the Corn: Runaway)

Sequência de: Colheita Maldita 8: Gênesis (Children of the Corn: Genesis, 2011) / Baseado no universo do conto de Stephen King

Direção: John Gulager

Ano de lançamento: 2018

Duração: 1h 22min (Filme)

Elenco principal: Marci Miller, Jake Ryan Scott, Mary Kathryn Bryant, Lynn Andrews e Sara Moore

Link do IMDB: Children of the Corn: Runaway no IMDb

Onde assistir: Darkflix

Trailer

Sinopse

Ruth é uma jovem que conseguiu escapar grávida do culto sanguinário de crianças em Gatlin, Nebraska, incendiando o próprio culto para quebrar a maldição. Anos se passam e Ruth vive na clandestinidade, viajando de cidade em cidade em seu caminhão com seu filho pequeno, Aaron, tentando desesperadamente deixar o passado sobrenatural para trás. Ao se estabelecer em uma pequena cidade em ruínas em Oklahoma, Ruth consegue um emprego como mecânica e tenta construir uma vida estável para o filho. No entanto, sua ilusão de paz desmorona quando moradores locais começam a ser brutalmente assassinados. Ruth percebe que as sombras de “Aquele que Anda Atrás das Fileiras” a perseguiram e que o mal deseja reivindicar a vida de seu filho.

Crítica (Sem Spoilers)

Nono capítulo da franquia, Colheita Maldita: Os Fugitivos traz um ar de renovação estilística ao ser comandado por John Gulager, diretor aclamado no circuito de horror indie pela trilogia Banquete no Inferno (Feast).

Diferente de quase todos os capítulos anteriores da franquia, o filme adota um tom focado no drama de sobrevivência psicológica e no terror do trauma maternidade, aproximando-se de produções de horror dramático e neo-western. A atriz Marci Miller entrega uma das melhores performances da saga como Ruth, transmitindo o cansaço, a paranoia e a determinação feroz de uma mãe disposta a qualquer coisa para proteger o filho de uma herança sombria.

Gulager aproveita a paisagem árida e decadente das cidades abandonadas de Oklahoma para criar um visual claustrofóbico e ensolarado ao mesmo tempo. A produção não economiza em gore prático quando os momentos de violência acontecem, mantendo o sangue e a tensão altos. É uma sequência que se destaca por dar peso emocional aos seus personagens e por buscar um novo ângulo para a longa mitologia iniciada por Stephen King.