Colheita Maldita 7: A Revelação (2001)
Ficha Técnica
Nome da obra: Colheita Maldita 7: A Revelação (Children of the Corn: Revelation)
Sequência de: Colheita Maldita 666: O Retorno de Isaac (Children of the Corn 666: Isaac’s Return, 1999) / Baseado no universo do conto de Stephen King
Direção: Guy Magar
Ano de lançamento: 2001
Duração: 1h 22min (Filme)
Elenco principal: Claudette Mink, Kyle Cassie, Michael Ironside, Crystal Lowe e Michael Berryman
Link do IMDB: Children of the Corn: Revelation no IMDb
Onde assistir: —
Trailer
Sinopse
Jamie Lowell viaja até a cidade de Omaha, Nebraska, para procurar sua avó, uma mulher idosa que parou misteriosamente de atender suas chamadas telefônicas. Ao chegar ao decadente e quase abandonado edifício de apartamentos onde a avó mora, Jamie descobre que o prédio foi construído exatamente sobre as ruínas de uma antiga igreja onde, décadas atrás, um culto de crianças fanáticas realizou um massacre macabro. Conforme os poucos moradores do local começam a desaparecer um a um em circunstâncias bizarras e violentas, Jamie percebe que as raízes do milharal amaldiçoado e o espírito de “Aquele que Anda Atrás das Fileiras” se entranharam na própria estrutura do edifício, usando as crianças da região como receptáculos para um novo expurgo sobrenatural.
Crítica (Sem Spoilers)
Sétimo capítulo da longeva franquia, Colheita Maldita 7: A Revelação toma uma decisão estética e narrativa bastante curiosa ao trocar os vastos campos abertos de milho por um ambiente claustrofóbico, urbano e predominantemente fechado.
A direção de Guy Magar aposta em uma atmosfera de terror psicológico e mistério predial, aproximando o longa de clássicos do horror de apartamentos como O Bebê de Rosemary e Encurralado pelo Passado. O grande atrativo da produção é a presença de ícones lendários do cinema de horror e ficção científica: o veterano Michael Ironside (Scanners, O Vingador do Futuro) traz autoridade e mistério ao papel do Prp. Abel, enquanto Michael Berryman (Quadrilha de Sádicos) faz uma participação marcante como um morador excêntrico.
Apesar de ser um lançamento direct-to-video com recursos contidos, o filme se destaca pela iluminação sombria, pelo uso eficiente de efeitos práticos e pela tentativa honesta de reinventar a linguagem da série, provando que o terror de “Aquele que Anda Atrás das Fileiras” pode se manifestar até mesmo nas sombras do concreto urbano.